O mar… berço da vida. O
mar que fascina… que nos dá alimento. Mas aquilo que ao mar se tira, o mar reclama.
No sofrimento, sangue, suor e lágrimas de quem nele perde a vida e no pranto
inconsolável de quem em terra o espera…
A.D.
LUX
«(...) E das trevas se fez a luz
E da luz se fez a matéria
E do pó se fez o homem
E da mulher se fez a criança
E era assim…
No princípio dos tempos (...)»
Joseph
Joachim
in «versa»
Este livro é dedicado:
A todos aqueles que por
ele se interessarem…
Leva-me para longe.
Oferece-me a uma amiga ou amigo teu.
Mas quando já não me
quiseres não me deites fora. Guarda-me no teu coração como lembrança. E um dia,
quando menos esperares… descobrirás que eu afinal sempre lá estive presente na
tua vida. Para te fazer companhia não só nos momentos alegres mas também na
solidão e na tristeza.
Foi aqui que tudo
começou. O princípio
desta aventura (P)oética…!!... Quando Miguel
Silvestre desceu ao corpo de António
Dôres e se revelou. É esta a génese, é este o começo, é esta a história que
se transforma em «estória» de.vida.
Miguel Silvestre (re).nascia mais uma vez e incorporava
em António Dôres, que escrevia sem
consciência da mensagem que Miguel
Silvestre queria transmitir.
Nasciam assim algumas garatujas pelas mãos inexperientes de António Dôres, que veiculavam uma
mensagem muito (M)aior. Os pequeninos poemas que nasciam, transportavam em si
um significado que não cabia no corpo dos poemas que António Dôres escrevia.
Mas só agora passados tantos anos é que António Dôres se apercebeu da
verdadeira dimensão desses pequeninos poemas.
Não te deixes contaminar pelos erros quando os encontrares.
São apenas um mero aspecto técnico. Como diria um Grande Senhor das Letras: - «Os erros corrigem-se…».
E foi esta mesma afirmação que fez com que António Dôres não
desistisse. A escrita é imperfeita; a técnica não é excelsa; a experiência não
é muita. Mas a paixão pela (P)oesia é imensa. O gosto; o prazer; a satisfação que
se retira da escrita rimada, superaram tudo o resto.
A mensagem é o que realmente importa. E é exactamente nisto que te deves concentrar quando leres estes «Cadernos de Poesia».
Foram estes três caderninhos que deram origem a todos estes
livros de uma coleção desenhada com o mesmo nome do projecto original.
Se te agradarem os poemas lê. Se não te agradarem, lê apenas
os Prefácios. É importante ler os prefácios. É importante compreender a
mensagem. Desta vez, os erros que encontrares poderão ter mesmo um significado
propositado. Alguns erros foram plantados nos Prefácios propositadamente. Os
números de página; os tamanhos da letra; a quantidade de palavras que se
repetem; a dimensão dos textos em palavras, poderão expressar, ou não,
significados ocultos.
Assume então que tudo o que se escreveu tem um sentido.
O sentido que Miguel Silvestre
lhe quis dar.
Por esse motivo, procedi às correcções mínimas dos prefácios
desta coleção de livros electrónicos, pois receei estar a eliminar alguma
mensagem oculta.
Todos os erros de
escrita que encontrares nos poemas são meus.
Mas acima de tudo lembra-te:
O perfeccionismo não é em si uma VIRTUDE.
É um empecilho à criatividade e à execução…!!...
Toda as pessoas erram. Errar faz parte da natureza humana…!!...
Todas as pessoas merecem mais (muito mais) do que uma oportunidade na vida…!!...
E quando se erra… Quando isso implica alguma coisa para com os outros:
Pede-se perdão; pede-se desculpa; corrige-se o erro; e compensa-se a falha…!!...
