terça-feira, 19 de janeiro de 2021

PREFÁCIO:

 





O mar… berço da vida. O mar que fascina… que nos dá alimento. Mas aquilo que ao mar se tira, o mar reclama. No sofrimento, sangue, suor e lágrimas de quem nele perde a vida e no pranto inconsolável de quem em terra o espera…

A.D.








LUX

  

«(...) E das trevas se fez a luz

E da luz se fez a matéria

E do pó se fez o homem

E da mulher se fez a criança

E era assim…

No princípio dos tempos (...)»

 

Joseph Joachim

in «versa»


Este livro é dedicado:

 

A todos aqueles que por ele se interessarem…

Leva-me para longe. Oferece-me a uma amiga ou amigo teu.

Mas quando já não me quiseres não me deites fora. Guarda-me no teu coração como lembrança. E um dia, quando menos esperares… descobrirás que eu afinal sempre lá estive presente na tua vida. Para te fazer companhia não só nos momentos alegres mas também na solidão e na tristeza.


Foi aqui que tudo começou. O princípio desta aventura (P)oética…!!... Quando Miguel Silvestre desceu ao corpo de António Dôres e se revelou. É esta a génese, é este o começo, é esta a história que se transforma em «estória» de.vida.

Miguel Silvestre (re).nascia mais uma vez e incorporava em António Dôres, que escrevia sem consciência da mensagem que Miguel Silvestre queria transmitir.

Nasciam assim algumas garatujas pelas mãos inexperientes de António Dôres, que veiculavam uma mensagem muito (M)aior. Os pequeninos poemas que nasciam, transportavam em si um significado que não cabia no corpo dos poemas que António Dôres escrevia. Mas só agora passados tantos anos é que António Dôres se apercebeu da verdadeira dimensão desses pequeninos poemas.

Não te deixes contaminar pelos erros quando os encontrares. São apenas um mero aspecto técnico. Como diria um Grande Senhor das Letras: - «Os erros corrigem-se…».

E foi esta mesma afirmação que fez com que António Dôres não desistisse. A escrita é imperfeita; a técnica não é excelsa; a experiência não é muita. Mas a paixão pela (P)oesia é imensa. O gosto; o prazer; a satisfação que se retira da escrita rimada, superaram tudo o resto.

A mensagem é o que realmente importa. E é exactamente nisto que te deves concentrar quando leres estes «Cadernos de Poesia».

Foram estes três caderninhos que deram origem a todos estes livros de uma coleção desenhada com o mesmo nome do projecto original.

Se te agradarem os poemas lê. Se não te agradarem, lê apenas os Prefácios. É importante ler os prefácios. É importante compreender a mensagem. Desta vez, os erros que encontrares poderão ter mesmo um significado propositado. Alguns erros foram plantados nos Prefácios propositadamente. Os números de página; os tamanhos da letra; a quantidade de palavras que se repetem; a dimensão dos textos em palavras, poderão expressar, ou não, significados ocultos.

Assume então que tudo o que se escreveu tem um sentido. 

O sentido que Miguel Silvestre lhe quis dar.

Por esse motivo, procedi às correcções mínimas dos prefácios desta coleção de livros electrónicos, pois receei estar a eliminar alguma mensagem oculta.

Todos os erros de escrita que encontrares nos poemas são meus.


Mas acima de tudo lembra-te:


O perfeccionismo não é em si uma VIRTUDE.

É um empecilho à criatividade e à execução…!!...

 A VIRTUDE está, pois, em conseguir-se detetar o erro à posteriori e depois corrigi-lo quando oportuno…!!...

Toda as pessoas erram. Errar faz parte da natureza humana…!!...

Todas as pessoas merecem mais (muito mais) do que uma oportunidade na vida…!!...

E quando se erra… Quando isso implica alguma coisa para com os outros:

Pede-se perdão; pede-se desculpa; corrige-se o erro; e compensa-se a falha…!!...